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A Liga Norte Americana de Ciclistas promoveu entre os dias 14 e 18 de maio de 2007 a “Semana Pedale ao Trabalho”. E à sexta-feira foi conferido o “Dia de pedalar ao Trabalho”. A iniciativa visa encorajar o maior número possível de não-ciclistas a experimentarem essa maneira prazerosa de deslocamento.

Quem opta pela bicicleta têm inúmeras vantagens:
- Economiza dinheiro
- Chega por vez mais rápido
- Torna-se cada dia mais saudável
- Enxerga sua cidade com outros olhos
- Faz do mundo um lugar melhor para se viver
- Não fica preso em engarrafamento
- Não polui a sua cidade
- Não contribui para o aquecimento global
Tudo isso e muito mais, uma pedalada de cada vez. Ir ao trabalho de bicicleta, ou ao local de estudo, não é nenhum grande mistério, ainda assim existem mais apreciadores da bicicleta do que ciclistas nas ruas e o site da Escola de Bicicleta ajuda os interessados a conhecer os prazeres da rotina dos que pedalam diariamente para o trabalho.
No seu texto “Bicicleta, veículo urbano?”, Reginaldo Assis de Paiva ajuda a destruir uma série de mitos sobre dificuldades para a implantação de um política séria de incentivo ao uso da bicicleta nas cidades. Pelos cálculos de “velocidade generalizada” empregados no texto, não existe veículo mais veloz do que a famosa magrela de duas rodas.
“Velocidade generalizada:”
Em definição simplificada trata-se da soma das despesas monetárias ligadas ao modo de transporte utilizado em um dado trajeto, relacionada à duração deste trajeto. As despesas e tempos dispendidos são convertidos em unidades monetárias pelo recurso ao valor do salário/hora do usuário.
Seja rico ou seja pobre, quem pedala ganha tempo de vida. Além de contribuir para o aumento de uma riqueza que ainda não se mede, o Índice de Felicidade Nacional.
Por fim uma frase do saudoso Sérgio Bianco:
Mais importante que uma ciclovia para a bicicleta é um caminho para o ciclista, pois esse é o caminho da cidadania.
Fonte: blog.ta.org.br
Lu, Lulóca, Lulu, Luluzinha, Rita Lee, .... são tantos apelidos carinhosos, mas ela está sempre lá ... no meio dos pedais, nas trilhas, viagens, manifestações, ...

À favor dos pedais ela “não larga o osso” mesmo quando vira osso .. rsrs. Mesmo assim o bom humor e algumas vacinas não diminuem sua motivação. Está sempre sorridente e pedalando por aí de bem com a vida.
À frente do pedal Amigos de Bike, coordena um grupo de 50 ciclistas, em média, todas as terças-feiras às 21 horas. Essa tem garra !
Lulóca, Parabéns ! O Blog Mundo da Bike te deseja muita saúde, motivação e felicidade para continuarmos na propagação da bicicleta como meio de transporte, comunicação e lazer econômico para nossos dias.
Itaninha e Dimitri
Fonte: cafeimpresso.com.br

Eu vou de bicicleta. Por isso, amo minha bicicleta. Da última vez que fomos à praia, comprei pra ela um presente. Mulher gosta de enfeite e ciclista precisa de buzina. Buzina, não ... que bicicleta não tem buzina. Ou melhor buzina de bicicleta não é buzina é aquela sineta, campainha ou seja lá que nome tenha que emite um trim-trim de passarinho que é a voz de todas as bicicletas, inconfundível ("aí vem uma bicicleta!", penso logo, desde a infância) e tão simpático.
Então comprei pra ela uma sineta dessas, escrito em cima, bem visível: "I Love My Bike", com um coração no lugar da palavra "love", como naquelas camisas de Nova Iorque. E é verdade, eu amo minha bicicleta. Uma menina em tom de elogio achou muito feminino. "Claro, ela é mulher...", eu respondi. E ela merecia o presente.
Agora está linda, completa. E voltamos depois para casa, nos divertindo, alertando os pedestres, sinalizando a beleza das moças, ou simplesmente entoando a esmo aquele trim-trim de bicicleta, como fazem os pássaros.
Porque eu, suspenso assim no ar, me equilibrando no vento em minha bicicleta, eu não deixo de ser uma espécie de pássaro.

Hoje o Blog Mundo da Bike completa 1 ano de existência.
Está “engatinhando”, mas com postura de gente grande ! As pesquisas para publicação de matérias, nossos cronistas, colaboradores e editores estão sempre divulgando assuntos relativos ao meio ciclístico e educativo. Nem sempre são notícias positivas, mas não podemos ficar omissos ao que acontece e/ou agride nossa sociedade e dessa forma conseguimos alertar, reagir e agir para conscientizarmos ciclistas, pedestres, motoristas, curiosos, simpatizantes, esportistas ... sobre a necessidade da melhoria da qualidade de vida, do transporte alternativo e da saúde de cada um.
Durante esse primeiro ano de vida, contamos com a parceria de outros meios de comunicação ciclísticos de Salvador e Bahia, mas com expressão nacional, como os sites Amigos de Bike, Meu Zine, Sincronia, Pedalada da Noite e Mural de Bugarin. Também temos leitores assíduos no Rio de Janeiro, São Paulo, Pará, Pernambuco e em outros Estados. E mensuramos isso através da participação dos leitores quando escrevem seus comentários questionando, apoiando e dando suas opiniões.
Novos projetos estão surgindo e o Blog Mundo da Bike crescerá mais ainda com a intenção de informar o quanto a bicicleta faz bem para a saúde, para a cultura, para o transporte, para a sociedade e para a economia.
Obrigado à todos os nossos leitores pela participação !
Itaninha e Dimitri

Apesar de não gostarmos dela durante os passeios, por vezes somos surpreendidos e se não limparmos e lubrificarmos bem a bike, alguns componentes podem ir parar numa sucata qualquer. Os primeiros componentes a serem afetados são os cabos.
Depois da dita chuvarada, os cabos podem enferrujar, por isso devem ser secados e lubrificados. Primeiro deve-se soltar os cabos. Nos travões basta puxar as conduítes (revestimento do cabo) e aplicar graxa branca com as pontas dos dedos ou pincel (algumas pessoas põem WD-40 antes da graxa), mas nada de exageros. Quanto aos cabos dos desviadores, colocar a corrente na coroa menor (traseira) para deixar os cabos frouxos e fazer o mesmo que fizemos aos cabos dos travões. Ao remontar os cabos e conduítes deve-se passar varias vezes a mudança da marcha para espalhar a lubrificação pelo cabo.
Depois de lavada a corrente, seca-la bem e aplicar WD-40 para retirar a umidade e aplicar óleo especifico para correntes.
É importante a limpeza e lubrificação das coroas, para evitar infiltrações no núcleo.
É normal que com a chuva e até durante a limpeza da bike, que entre água para dentro do quadro, quer pelo canote do selim ou por outro lado qualquer, acumulando-se perto do eixo pedaleiro, existindo o risco de que com a oxidação aquela zona não resista a um impacto mais forte. Para evitar isso deve-se virar a bike ao contrário para deixar a água escorrer e aplicar WD-40, para retardar a oxidação.
O quadro deve-se manter limpo de lama e outros detritos, devido ao contato com o aro.
A suspenção da bike é relativamente anti-água, devido às borrachas e anéis de proteção no topo. Limpe a parte de cima da suspensão com um pano seco, deixando a lubrificação da suspensão para mãos experientes.
Depois dos cabos e corrente, vêm os cubos, o movimento central e a caixa de direção (sem pára-lamas). Os cubos devem ser deixados para especialistas trocarem a graxa, apesar de não serem muito afetados pela água, a não ser que se entre num rio. Com o eixo do pedal é praticamente a mesma coisa que os cubos, com a diferença que se deve retirar o movimento central e secar o exterior, para evitar que este fique colado ao quadro com a oxidação, sendo difícil a sua manutenção por um mecânico. Quanto à caixa de direção, a única coisa que o ciclista pode fazer é instalar um pára-lamas para evitar que a água entre na caixa de direção. É recomendado a lubrificação cada vez que se fizer uma revisão completa à bike. Para os que chegam a casa enlameados, recomenda-se lavar a bike o mais rápido possível e aplicar WD-40 nos cabos e corrente, dando tempo para no outro dia fazer a lubrificação total e completa sem correr o risco de enferrujar de um dia para o outro.